


Para o papel de Capitão 7 foi convocado Ayres Campos. Ayres destacou-se por ser um jovem atleta, que graças a sua condição física, superou os testes rigorosos para a escolha do ator que iria viver o personagem.
A série ainda contava com outros atores no elenco fixo como, Idalina de Oliveira, Gilberto Chagas, Silvio Silveira, Rony Rios e Altair Lima, Nelsa Amaral, Hélio Assadi, entre outros. Idalina de Oliveira fazia o papel da namorada do capitão 7, Silvana.
A série começou a ser transmitida ao vivo, em 1954, posteriormente os episódios foram gravados em película até 1966, num total de 503 histórias. Entre os roteiristas da série havia Hélio Ansaldo e Maio Miranda.A HQ do Capitão 7 teve início em 1959 pela editora Continental. Sendo desenhado por Jayme Cortez, Júlio Shinamoto, Getúlio Delphin, Juarez Odilon, entre outros artistas. Com roteiros de Helena Fonseca, Hélio Porto e Gedeone Malagola durando cerca de 54 edições. A diferença entre a série de TV e a hq é que ao contrário da TV que era na época extremamente limitada (não existiam recursos de informática, hoje tão amplamente utilizados) os artistas eram livres para desenhar Capitão 7, por exemplo, voando, levando um veículo que pesa toneladas, enfim colocando em prática seus super-poderes concedidos pelo alienígena. Na HQ, diferente da tevê, Capitão 7 era em cores.
FONTE: http://cibertronn.blogspot.com/2008/02/carnaval-de-quadrinhos-das-quartas-8.html
Olá, sou filha do ator Ayres Campos e busco parceiros para fazer o retorno do Capitão 7 primeiro e único super herói brasileiro que teve uma mini série na TV ,onde encantou adultos e crianças com sonhos e fantasias,para tanto deixo meu contato.
ResponderExcluirAtenciosamente,
Maria Luiza
e-mail: mluizavc@yahoo.com.br
É bom ver esse material sendo divulgado. Acredito que não será tão complicado realizar algum projeto desse porte, uma vez que nos dias de hoje a tecnologia existente facilita o acesso a recursos digitais e edição de vídeo mais prática e rápida.
ResponderExcluirBobagem. Vivi a época e sempre achei aquele heroi o tal Capitão 7, uma cópia do Superboy (aquele Superman quando criança). Era uma época de cópia de tudo. Nada se criava. Ressalvo José Mogica com seu Zé do Caixão, que achei a única coisa mais brasileira na época. De resto, tanto em cinema quanto em quadrinhos tudo sera cópia americana. Valia o esforço, afinal.
ResponderExcluirpoxa! Faz lembrar minha infancia nos anos 60 lendo as revistas do capitão. Bons tempos aqueles. seria otimo reviver tudo aquilo novamente.
ResponderExcluirrealmente podia ser até cópia de heróis americanos, mas foi uma época que se copiava as coisas boas, diferente de hoje que continua se copiando, porém, somente coisas ruins.
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